Olá, famílias e profissionais...

Esse blog é destinado as famílias, profissionais e interessados pela temática, que atuam na educação de suas crianças com necessidades educacionais especiais (NEEs). Espero poder ajudá-los nessa caminhada de educação e inclusão social.
Devemos, portanto, tratar os nossos alunos com NEEs como pessoas e educá-los para a vida (CUCCOVIA, 2000).

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

A educação inclusiva é, também, uma obrigação da rede privada de ensino

“A educação inclusiva é uma obrigação do ensino público e do privado"
» 13/12/2011 - 09:33h
por Assessoria de Imprensa do MPRN


“A educação inclusiva é uma obrigação do ensino público e do privado e exige acessibilidade pedagógica”. Com esse pensamento a Promotora de Justiça de Defesa da Pessoa com Deficiência, Iadya Gama Maio,  busca dar visibilidade a um trabalho de conscientização das escolas sobre a recepção e o desenvolvimento de alunos com deficiência.

Dessa vez a Promotoria de Justiça está trabalhando com as escolas da rede particular de ensino. Segundo Iadya Gama o trabalho na rede pública já está mais avançado no sentido de conscientização e fiscalização, mas muitas pessoas ainda desconhecem os seus direitos em relação a escolas privadas. “As escolas particulares também são obrigadas a seguir as determinações legais no que diz respeito à recepção e à aprendizagem dos alunos com deficiência. Mas percebemos que muitos pais desconhecem essa obrigatoriedade, achando que apenas a rede pública de ensino deve garantir a educação de crianças e adolescentes com deficiência, quando qualquer escola particular também tem essa incumbência. São comuns os casos de pessoas que acham que a escola pode se recusar a receber alunos com deficiência alegando falta de estrutura, o que não é aceitável”, explica a Promotora de Justiça.


O trabalho de conscientização vem sendo desenvolvido pelo Ministério Público junto às escolas privadas, inicialmente de maneira preventiva. Em julho deste ano foi realizada uma reunião que contou com a presença aproximada de 180 escolas da rede particular, onde foram discutidas as questões referentes à educação inclusiva. Na oportunidade ficou demonstrada a necessidade das escolas particulares inserirem o atendimento educacional especializado - AEE - em seus Projetos Políticos Pedagógicos, resultando em uma Recomendação ministerial.


Dando continuidade ao trabalho, no último dia 07, a 30ª Promotoria de Justiça da Comarca de Natal, com atribuição na área de Direitos das Pessoas com Deficiência e Idosos, recebeu representantes do Conselho Estadual de Educação para discutir a implementação da educação inclusiva nas escolas da rede privada. No debate buscou-se formas de garantir que as escolas particulares assumam as mesmas obrigações da rede pública no que se refere ao oferecimento da educação inclusiva, com as diversas ferramentas que devem ser postas ao público-alvo da educação especial (pessoas com deficiência, transtornos globais  de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação).


O objetivo maior desse trabalho é garantir que toda criança e adolescente que possuir deficiência esteja matriculado e incluído em qualquer escola comum, seja ela pública ou privada, sendo a eles garantido o atendimento educacional especializado de que necessitem. “Precisamos pensar educação inclusiva de forma mais ampla. O que buscamos é uma inclusão pedagógica em todas as escolas, sejam públicas ou privadas, de forma a garantir que alunos com os mais diversos tipos de deficiência se sintam parte do processo de construção da cidadania”, explica Iadya Gama.

Fonte:  http://www.mp.rn.gov.br/noticias.asp?cod=1931

MP quer inclusão nas escolas particulares

Natal

Natal, 13 de Dezembro de 2011 | Atualizado às 22:45

MP quer inclusão nas escolas

Publicação: 14 de Dezembro de 2011 às 00:00

Promotora de Justiça de Defesa da Pessoa com Deficiência, Iadya Gama Maio,  está desenvolvendo um trabalho junto as escolas particulares de Natal com o objetivo de garantir que toda criança e adolescente que possuir deficiência esteja matriculado e incluído em qualquer escola comum, seja ela pública ou privada, sendo a eles garantido o atendimento educacional especializado de que necessitem. Dessa vez a Promotoria de Justiça está trabalhando com as escolas da rede particular de ensino. Segundo Iadya Gama o trabalho na rede pública já está mais avançado no sentido de conscientização e fiscalização, mas muitas pessoas ainda desconhecem os seus direitos em relação a escolas privadas.

O trabalho de conscientização vem sendo desenvolvido pelo Ministério Público junto às escolas privadas, inicialmente de maneira preventiva. Em julho deste ano foi realizada uma reunião que contou com a presença aproximada de 180 escolas da rede particular, onde foram discutidas as questões referentes à educação inclusiva. Na oportunidade ficou demonstrada a necessidade das escolas particulares inserirem o atendimento educacional especializado - AEE - em seus Projetos Políticos Pedagógicos, resultando em uma Recomendação ministerial.

DEBATE

Dando continuidade ao trabalho, no último dia 07, a 30ª Promotoria de Justiça da Comarca de Natal, com atribuição na área de Direitos das Pessoas com Deficiência e Idosos, recebeu representantes do Conselho Estadual de Educação para discutir a implementação da educação inclusiva nas escolas da rede privada.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Projeto de lei que deveria vigorar em todo o Brasil!!!!

Parabéns ao Estado do Rio de Janeiro pela aprovação do Projeto de lei 689/11. Vejam abaixo o que esse projeto diz:

 ESTADO TERÁ CENTROS DE ATENDIMENTO PARA MENORES AUTISTAS


Crianças e adolescentes com deficiência mental e autismo poderão ganhar atendimento de ponta no Estado. A Assembleia Legislativa do Rio aprovou nesta quinta-feira (08/12), em discussão única, o projeto de lei 689/11 que cria no estado os Centros de Reabilitação Integral voltados para estes menores. A proposta do deputado Xandrinho (PV) prevê a criação de oito centros, em diferentes regiões do estado, com instalações físicas, equipamentos e área de reabilitação para atendimento de cada um dos casos. O autor salienta que o atendimento beneficiará famílias que não podem arcar com um atendimento adequado, muito caro. "São tratamentos que giram em torno de R$7 mil mensais. Como famílias que lutam tanto para arcar com o básico, como a alimentação, poderá proporcionar isso às suas crianças", aponta.A proposta, que segue para o governador Sérgio Cabral, determina a oferta de serviços como reabilitação, tratamento, prevenção de deficiências secundárias e orientação familiar". Para isso, os centros deverão dispor de atendimento médico neurológico, psiquiátrico, pediátrico e de acompanhamento pedagógico, psicológico, fonoaudiológico, fisioterapêutico e terapêutico ocupacional. Também está previstos os cuidados de enfermagem, odontológico e o serviço social.
Segundo o texto, as cidades que receberão os centros são Nova Iguaçu, na baixada Fluminense; Itaperuna, na Região Noroeste; Campos dos Goytacazes, na região Norte; Cabo Frio, na Região das Baixadas Litorâneas; Petrópolis, na Serrana; Volta redonda, na Centro Sul; Resende, na região do Médio Paraíba e Angra dos Reis, na Costa Verde. Centros deverão ser construídos nas cidades que não oferecerem espaços físicos para eles.
O projeto prevê como fonte de custeio o Sistema Único de Saúde, mas autoriza a celebração de convênios entre Estado e Governo federal, municípios e iniciativa privada.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Número máximo de alunos em sala de aula

Levantamentos informais em nossa realidade têm mostrado que o número máximo de alunos que uma sala de aula deve comportar é de 25 crianças (sendo destes, um máximo de 2 alunos com deficiência) em termos de viabilizar uma administração competente da sala inclusiva. Entretanto, um número de até 30 crianças permite um bom trabalho de ensino, respeitado o número máximo de 2 alunos com deficiência, na sala. No entanto, esse número inviabiliza o acompanhamento individual que o ensino responsável requer. Por isso, vamos ter o bom senso e pensar no máximo  20 crianças em sala de aula com no máximo 2 crianças com necessidades educacionais especiais. As crianças e os professores agradecem o respeito a diversidade.

Fonte: www.mec.gov.br - Projeto Escola Viva

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

V Ciclo de estudos e debates sobre educação inclusiva em Ntatal/RN

UFRN / CENTRO DE EDUCAÇÃO
DEPTO DE FUNDAMENTOS E POLÍTICAS DA EDUCAÇÃO
BASE DE PESQUISA SOBRE EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS



 



V CICLO DE ESTUDOS E DEBATES SOBRE EDUCAÇÃO INCLUSIVA

TEMA: DESAFIOS DO PROCESSO DE INCLUSÃO ESCOLAR: FORMAÇÃO, PESQUISA E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

PERÍODO: 6 a 8/12/2011          LOCAL: Auditório BCZM
INSCRIÇÕES: Centro de Educação - 2º Andar - Sala 13
HORÁRIO: 8h30min às 12h
OUTRAS INFORMAÇÕES: basepnespeciais@yahoo.com.br

Sinopse - A Trajetória de Uma Mãe Especial - o Milagre da Vida - Livro 1

Compartilhando essas belas palavras da autora Antônia Yamashita

E Foi Assim...
Quando eu pensava que você não era.
Tive que aceitar que era.
E aprender a te amar mesmo assim.
Quando eu Imaginava que você não podia,
Você foi lá e fez.
Nos Momentos difíceis, eu me desesperava.
E você sorria.
Nos Momentos de dor, eu sofria.
E você lutava...

... E a sua vida, para as pessoas que não te conhecem,
é um martírio.
Enquanto para você, é como um circo, onde o importante é se divertir.
Nas horas de dores você luta.
Nas dificuldades você ri.
Onde te julgam coitado,
Você se faz vencedor.
Você! Mesmo sendo criança, me fez crescer.
Sem sentar, sequer, você mudou minha postura.
Sem andar, você me fez caminhar.
Com todas as suas dificuldades
Você me ensinou a resolver as suas e as minhas.
Mesmo antes de falar sua primeira palavra
Ensinou-me o diálogo.
Os seus defeitos visuais
Fizeram-me enxergar.
A sua imaturidade
fez me madura.
E com a sua dependência diária
Você me fez independente...

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Alimentação no tratamento de autismo

No tratamento do autismo a alimentação tem um papel fundamental. Alguns alimentos podem intensificar os sintomas como a farinha de trigo, o leite e a soja. Quando eles são retirados da dieta os autistas geralmente ficam mais calmos e ocorre melhora da atenção e concentração.Isso ocorre porque grande parte dos autistas apresentam uma deficiência enzimática que inibe a digestão completa da proteína presente na soja, leite e trigo. Essa condição leva à formação de
grande quantidade de pequenos peptídeos (fraguimentos de proteína) dentro do intestino. Esses peptídeos possuem ação farmacológica semelhante ao ópio. Esses compostos apresentam a capacidade de atravessar a parede do intestino, cair na corrente sanguínea e chegar ao Sistema Nervoso Central. Atuam como uma substância opiácia no cérebro intensificando os sintomas da síndrome, como a falta de concentração e isolamento.
Os salgadinhos, sucos em pó artificial e gelatina são muito ricos em corantes. Hoje se sabe que os corantes estimulam a hiperatividade, por essa razão devem ser banidos da dieta dos autistas.
A ocorrência de sintomas gástricos é muito elevada em autistas, como constipação intestinal, (intestino preso), diarreia, gastrite, refluxo.
Para normalizar o funcionamento do intestino recomenda-se o uso de probióticos em cápsula. No caso de gastrite e refluxo evitar alimentos que irritam o estômago como: temperos industrializados, extrato de tomate, café, chá preto, alimentos fritos e alimentos ácidos como laranja, limão e abacaxi.
A suplementação com cápsulas de ômega três melhora a concentração e aprendizado.
Os autistas têm uma um hábito alimentar restrito, e são muito resistentes à introdução de novos alimentos na dieta. Mesmo com essas limitações procure estimular o consumo da maior variedade de alimentos para evitar deficiências nutricionais como a falta de vitamina e minerais.
As peças fundamentais para o sucesso do tratamento do autismo é o amor, a dedicação e acima de tudo compreensão de todas as pessoas que o cercam.
Procurem pelo menos, uma única vez, se colocarem no lugar de um autista. Façam o exercício que a pesquisadora francesa Happé sempre pede para os ouvintes de suas palestras fazerem! Se coloquem no lugar deles! Imagine estar em um país distante, em uma cultura desconhecida, sem compreender o idioma, com as mãos atadas, sem entender os outros e sem a possibilidade de se fazer entender.
Esta é a sensação que o autista tem do mundo em que vive! Por isso quando vir um autista, se por algum motivo ele fizer algo que foge à sua compreensão não se esqueça! Ele age assim porque não compreende o que está à sua volta. “Um autista se definiu como um ser extraterrestre que cai no planeta Terra sem manual.”. Pense nisso!
Mais informações: www.jocelemsalgado.com.br
*www.autism.com
artigo científico: WHITE, J.F. Intestinal Pathophysiology in Autism.Exp Bio Med. v.228, p. 639-649, 2003.